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Quando o assunto é qualidade, todos nós queremos ter independente do assunto que seja. Qualidade de um profissional, de um produto, empresa e principalmente de vida.

Com viagens acontece da mesma forma, e, como o retorno é intangível, mais difícil ainda analisar. E muito, muito importante.

Para você que vai estudar no exterior, existem alguns pontos a serem avaliados em cada orçamento que você fizer. E, para te ajudar com essa análise, sugiro você sempre prestar atenção nos seguintes pontos:

  • Escola: Existem milhares de escolas em qualquer cidade do mundo. Escola pequenas, outras enormes. Escolas no centro, outras mais afastadas. Algumas com certificações, outras sem. E por aí vai...

Procure saber o nível dos professores, a quantidade de alunos por sala, estrutura da escola, se oferece certificação, a localização e o material didático utilizado. Todas essas informações te ajudam a saber onde você vai estar e estudar durante todo o período do seu intercâmbio.

  • Carga horária: Ainda dentro do tema escola, a carga de estudo dos seus dias influenciam muito no desenvolvimento do seu aprendizado. Se você fizer poucas aulas e estiver no nível básico, pode ser que seja insuficiente para que você assimile todo o conteúdo que é necessário saber. Cargas horárias menores (como 15h/semanais, por exemplo) são indicadas apenas para quem vai com um nível mais avançado do idioma e tem o objetivo mais voltado para o turismo.

Se você optar por mais aulas na semana, o ideal é que sejam 25h semanais, assim, você consegue juntar o aprendizado da parte gramatical juntamente com a prática do dia a dia durante o resto do período diário.

Cuidado ao escolher uma carga horária de curso maior que essa, pois você pode perder a prática diária de idioma, como conversar com outras pessoas, solicitar algum prato em um restaurante, pegar o transporte público, etc. Isso é tão importante quanto a aula.

Acima de 28h semanais acredito ser muito. O resultado da fluência vai vir à partir de um conjunto de fatores, dentro e fora da sala de aula.

  • Homestay: Procure saber o histórico das famílias que hospedam, como é feita a seleção de famílias, se atende a restrições (alérgicas, religiosas...) e o número de refeições oferecidas.

Algumas homestays e agências deixam o almoço por conta própria. Atenção quanto a isso: às vezes você escolhe um orçamento $50 ou $100,00 mais baixo por estar sem o almoço, mas no país você gasta uma média de $300,00 há mais com alimentação. Então, se você estiver buscando custo/benefício, interessante ter as três refeições inclusas, e no valor com gastos extras, vocês pode reservar algo para conhecer um restaurante ou lugar específico.

  • Apoio local: Avalie se a agência que você está contratando possui apoio local. Algumas deixam a escola como responsável (até para a seleção das famílias) pelo apoio. Verifique se há o apoio em português e se é 24h por dia. Isso é fundamental! Caso aconteça qualquer eventualidade, você saberá que terá com quem contar.

  • Seguro saúde: Essencial! O custo de um atendimento internacional é altíssimo! O seguro viagem vai te dar o direito de ser atendido caso aconteça alguma coisa com você no país de destino. Os oficiais de imigração podem até questionar você caso você não esteja segurado. A última coisa que você precisa é se preocupar com atendimento médico se acontecer alguma eventualidade. Então, vá segurado. É sempre melhor prevenir e além disso, sua saúde vem em primeiro lugar. A nossa intenção ao viajar é obviamente voltar com boas recordações, então, invista em segurança.

Esses foram alguns dos tópicos que você precisa SEMPRE analisar em qualquer orçamento que solicitar. Independentemente do tipo de viagem, a qualidade vai fazer toda a diferença desde o dia a dia no país, até o resultado final quando você já estiver de volta ao Brasil.

Colocar a confiança em alguém que se preocupe com você no país é o que vai fazer você se sentir seguro.

Faça isso e tenha uma viagem excelente, tranquila e com segurança!